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Miscelânea intuitiva de gostos, sonhos, desejos, angústias, paixões e destemperamentos, e,porque não, de ódios, raivas e estresses... Miscelânea é assim: TEM DE TUDO!

Meu Diário de Bordo da solidão, meu painel de idéias e guia de entendimento, tudo misturado com humor, drama, terror, anti-corintianismo, sentimentos e doses homeopáticas de papo sério.

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

A MORTE DO HERÓI (ou O RETORNO DE QUEM NÃO CONSEGUIU VOLTAR)

Esperei por longos anos. Anos bravios, nos quais eu achava que poderia surgir outro igual (melhor nunca, pois é impossível!) e percebi que até tentaram, mas não chegaram perto.
Ouvia boatos aqui e ali, dizendo que ele voltaria, mas sempre eram matados no nascedouro e não vingavam. Boataria tem de monte por aí, e eu queria algo mais palpável que somente boatos.
Perto de minha espera pela volta do herói, só tenho outro aguardo semelhante: a volta do Guns’n’Roses e seu exaustivamente esperado Chinese Democracy, que acho que não vai sair nunca e jamais vou ouvi-lo...
Tornemos ao meu herói: tentaram substituí-lo pelo Rick O'Connor, mas duvido que alguém saiba quem é Rick O'Connor hoje em dia... E como não tem substituto, eis que o herói torna ele mesmo, depois de não sei quantos anos: Indiana Jones e a Caveira de Cristal...
Pra dizer o mínimo, achei o filme decepcionante. Todos gostam do Indiana, então só o fato de vê-lo na tela agrada aos olhos, mas a história, com et’s, filhos, maias no amazonas e formigas gigantes devoradoras de gente e russos atacando em pleno EUA, além de ser mal costurada é mal escrita e cheia de buracos. Quase vinte anos para filmar a parte 4 de um dos filmes mais esperados de todos os tempos e fazem essa caca toda... Saí do cinema tristonho...
Esperava muito mais, esperava O filme, espera algo a mais que a Última Cruzada, mas não tive nada melhor do que o Retorno da Múmia, na onda Rick O'Connor, personagem de Brendan Frasier, tenta ser o novo Indy.
Indiana Jones só tem um e é único. Pena que ficou lá pelos idos da década de 80 e o que retornou foi só um caça-níqueis de quem não precisa de mais níqueis pra viver e poderia ter feito uma coisa menos óbvia, menos chata e com menos idéias estapafúrdias como os tais dos ets de cristal. Só valeu pela companhia, que seria boa até para assistir a TURMA DO DIDI, mas isso é tema pra outro dia e não passa de um reflexo de minha paixonite em fase aguda...

2 comentários:

Andréa disse...

Que crítica mais ácida e mordaz do filme... Eu aqui, louca para assistir o filme, e você me desanima desse jeito???? Não vou nem me arriscar a ficar num ambiente fechado se não vale a pena! Quanto ao texto... muito bom, como sempre!

MônicaAndrade disse...

O filme é uma droga mesmo: concordo com vc...
E cuidado: sua paixonite está te lavando para omal caminho: turma do Didi ninguémmerece, por melhor que seja a companhia...rsrsrs

Bjs